O advogado André Callegari decidiu deixar a defesa do bicheiro Rogério Andrade, conforme comunicado enviado ao ministro Nunes Marques do Supremo Tribunal Federal (STF) com data de 20 de abril. A renúncia ao STF foi justificada por “motivos éticos” e “divergências estratégicas”, segundo informações do G1.
Callegari foi o responsável pela vitória de Andrade na decisão de Nunes Marques, que revogou medidas cautelares, incluindo o uso da tornozeleira eletrônica.
Na última terça-feira (16), Nunes Marques acatou um pedido da defesa do contraventor, permitindo a retirada da tornozeleira e o fim do recolhimento noturno. A defesa alegou que Andrade cumpriu as restrições impostas pela Justiça e não violou o monitoramento eletrônico.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu da decisão. Há expectativa de que a segunda turma da Corte reavalie a decisão de Nunes Marques, que causou surpresa em outros membros do STF.
Rogério Andrade, sobrinho do bicheiro Castor de Andrade, foi preso em 2022 por ordem da Justiça do Rio de Janeiro, relacionada à Operação Calígula, que investiga uma rede de jogos de azar e o pagamento de propinas a policiais para proteger o esquema.
Em dezembro de 2022, o ministro Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou a soltura de Rogério Andrade, mas estabeleceu medidas cautelares, incluindo o uso da tornozeleira eletrônica, recolhimento noturno e comparecimento periódico ao juízo.
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