Nesta quinta-feira (26), o procurador-geral da República, Augusto Aras, publicou acidentalmente uma mensagem que recebeu pedindo para que recebesse o advogado Ticiano Figueiredo, representante do ministro da Economia, Paulo Guedes.
O pedido foi feito por um interlocutor do processo que investiga o senador Renan Calheiros (MDB-AL), o qual Guedes teria que fazer um depoimento na Polícia Federal. A questão é que o ministro estaria procurando Aras para se ”livrar” do depoimento, mas, sem querer, isso foi exposto por Aras em seu status do Whatsapp, no formato de ”mensagens temporárias” para toda a sua lista de contatos. Contudo, o conteúdo já foi apagado.
“Seria possível receber o advogado do Paulo Guedes, o dr. Ticiano Figueiredo por 5 minutos? Assunto: possível dispensa de Paulo Guedes, junto à PF, em processo investigativo contra Renan Calheiros, onde Guedes não é parte”, diz a mensagem do interlocutor.
A resposta que o procurador-geral teria dado também ficou disponível no status: “Sim. Falaremos no celular e ajustaremos”. Em seguida, após perceber o erro, o procurador excluiu as imagens do aplicativo.
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