Em ato de pré-campanha, na Praia de Botafogo, Jair Bolsonaro abraçou Crivella e os dois dançaram ao som de “Oh Glória!”, música de RR Soares.
O ato tinha pretexto religioso, mas era claramente político.
Estavam ali o general Heleno, chefe do GSI, o ministro Tarcísio Freitas, além de parlamentares, como Hélio Lopes, o Hélio Negão ou Hélio Bolsonaro.
Outro que participou do evento foi o juiz Marcelo Bretas, já punido pelo Tribunal Regional Federal da 2a. Região, com a censura.
Diz a letra:
“Oh glória
Nós damos glória
Ele vem para mudar a nossa história
Oh glória
Nós damos glória
E vamos todos dar a volta da vitória!”
Nós damos glória
Ele vem para mudar a nossa história
Oh glória
Nós damos glória
E vamos todos dar a volta da vitória!”
Enquanto Bolsonaro dançava com Crivella, animado o juiz Bretas dava voltinhas com o dedo indicador para cima.
Quem conhece a investigação sobre o esquema de propina instalado na prefeitura do Rio sabe que, de fato, a prisão dele hoje foi uma “vitória”. Vitória contra a impunidade e a corrupção.
Mas está faltando gente daquele evento no xadrez.